domingo, 2 de setembro de 2012

Mirtha Legrand falou de "La Dueña" para o diário Crónica

 
Sábado de descanso, embora não faça parte de seu habitual. Acaba de terminar todos os capítulos de “La dueña” que para a tela de Telefe se extenderão até quase o fim de novembro. É um dos grandes sucessos de ficção, a tal ponto, que superou no fogo a seu novo competidor, outra aposta forte de El Trece, “Tiempos violentos”.

“Fazer uma minissérie não é para nada uma tarefa fácil”, disse no começo de uma conversa com o diário Crónica.

“Eu geralmente não me fixo pontualmente no tema audiência, dias atrás amigos comentaram e foi assim que soube que ganhamos, em sua estreia a “Tiempos compulsivos”. Isto nos gera sempre expectativa e sonhos e a alegria que formamos parte de uma produção de grande nivel. É que “La dueña” está muito estabelecida e conta, portanto, com um perfil de interesses grandes, difícil de superar", acrescentou a diva.




-Como poderia ser definida esta etapa do ciclo?
-Ainda falta muito para o final da historia e se poderia afirmar que nesta familia está tudo mal e é uma etapa de mistérios, angustias, tensões e situações que vão marcando o último recorrido.

Mirtha não consegue esconder a enorme gratificação que lhe gera fazer parte deste projeto e sua volta à TV.

“O público me pára na rua e me chama por “La dueña”. Está incorporado a minha carreira e além disso, me pede que lhe explique algumas resoluções da história e dos personagens. Realmente lhes respondo que, ás vezes, até eu desconheço que é o que aconteceu finalmente em tal parte da historia e porque determinado personagem agiu de uma tal forma. Me controlo pelo espontâneo e trato de não racionalizar muito os episódios da trama”, assegurou.

Além disso, comentou: "Reparemos que em “La dueña” trabalhava desde as 11 da manhã até às 7 da tarde aproximadamente. E não faltei um só dia de trabalho.

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